Possuo não um corpo, possuo uma muralha, um esconderijo.
Dentro algo que bate, bate forte e ainda firme,
Minhas mascaras e/ou face ainda transmitem felicidade.
Tem dias que meus alicerces se tornam açúcar e
minha felicidade folhas finas de papel.
Chove, mais que isso, me desabo numa infinita tempestade.
Dentro de mim, em relâmpagos e raios;
Que se tornam passageiro, como tudo que vivo,
Meus males e alegrias passam.
Nada além do tempo pode me ajusta, a mim.
Nada além de mim pode contra o tempo. E meus
alicerces? Deixem-os eles se reformam, mais uma vez.

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